O Ministério da Educação, através do Gabinete de Ciência e Tecnologia (GCT), realizou hoje, na cidade da Praia, um seminário para socialização da Agenda Nacional de Investigação (ANI) e do Fundo da Pesquisa para o Desenvolvimento (FPD. O objetivo do evento é divulgar e explicar a natureza dos instrumentos e recolher subsídios no intuito de obter uma versão mais consolidada e consensual dos documentos.


Para a Ministra da Educação, Maritza Rosabal, a Agenda Nacional de Investigação (ANI) e do Fundo da Pesquisa para o Desenvolvimento (FPD são dois instrumentos importantes que permitem desenvolver a pesquisa aplicada e alavancar o desenvolvimento do ensino superior em Cabo Verde.
“Esses dois instrumentos vão, sem dúvida, alavancar o ensino superior em Cabo Verde e estabelecer prioridade em termos de investigação”, frisou.
Segundo a mesma estas ferramentas colocam em pé de igualdade as diferentes instituições de ensino superior que queiram aceder as pesquisas.
Outro documento também socializado com os investigadores e representantes das intuições de Ensino Superior em Cabo Verde é o estatuto do investigador. De acordo com Maritza Rosabal trata-se de um documento em construção que vai ser possível saber quem deve ser considerado investigador e quem pode aceder ao fundo.
A Governante quer que a Agenda Nacional de Investigação e o Fundo da Pesquisa para o Desenvolvimento estejam aprovados antes da entrada em funcionamento efectivo da Agência de Regulação do Ensino Superior (ARES), prevista para o mês de Setembro.
Refira-se que a ARES terá como principais funções, a avaliação e acreditação dos ciclos, dos sistemas de garantia de qualidade, bem como a fiscalização do funcionamento das instituições de ensino superior públicas e privadas no arquipélago.