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Desde cedo que já demonstravam uma inteligência acima da média e um talento fora do normal. Conheça as histórias surpreendentes de cinco crianças que o vão deixar de queixo caído.

 

Licenciado em antropologia aos 10 anos

Michael Kearney acabou o liceu com apenas seis anos e aos 10 licenciou-se em antropologia, um feito que lhe valeu a entrada direta para o livro do Guinness e o título de 'Licenciado mais novo do mundo’.

“Falei aos quatro meses, lia palavras aos oito meses e fazia matemática com dois anos”, explicou em entrevista ao ‘The Genius Improviser’. “A minha licenciatura foi em antropologia cultural. E isso implicava que tivesse contacto com uma tribo ou que fosse fazer pesquisa em culturas longínquas mas não podes fazer isso com 11/12 anos.”

Nos anos que se seguiram participou em programas de televisão e ganhou diversos programas de cultura geral. Após completar o mestrado em Química, acabou por lecionar a disciplina na Middle Tennessee State University, deixando para trás o sonho de se tornar apresentador de televisão.

Aos 32 anos, vive em Nashville com a namorada e é dono de uma empresa de entretenimento especializada na comédia de improviso.

Aos 2 anos, o pequeno texano já falava coreano

Jeremy Shuler está prestes a entrar na Cornell University para estudar Engenharia. Apesar de não parecer um feito nada de especial, o caso muda de figura se lhe disser que Jeremy tem apenas 12 anos.

Filho de dois engenheiros aeroespaciais, a verdade é que nem sempre foi fácil para Jeremy, que com 2 anos já falava coreano e sabia ler livros sozinho, encontrar uma escola adequada ao seu nível de inteligência.

“Considerámos colocá-lo numa escola para sobredotados, mas no fim de contas não havia muita escolha porque ele estava muito avançado para poder ser colocado numa escola tradicional. Portanto desisti da minha carreira para dar aulas ao Jeremy”, explicou a mãe Harrey em entrevista ao jornal ‘Texas Tech University’. Apaixonado por matemática e física, o sonho do jovem é seguir as pisadas dos pais e licenciar-se em física e engenharia aplicada.

“Vai ser uma grande mudança. Ele vai-se aperceber que se calhar já não é a pessoa mais inteligente da turma, mas isso vai ajudá-lo a crescer. Se ele estiver disposto a este desafio, acho que vai ser bom para ele”, disse Andy, o pai de Jeremy, sobre esta nova etapa da sua vida académica.

Entrou para a faculdade de medicina aos 12 anos

Com três anos Sho Yano já sabia ler e escrever. Apesar de ser um apaixonado por música, foi para a faculdade com nove anos estudar biologia e aos 12 entrou para a faculdade de medicina.

Atualmente é médico, tendo concluído um doutoramento em genética molecular e biologia celular, e já lançou um livro: ‘Working Hard For Your Dream Will Never Betray You’.

“Queria dizer algo diferente na minha autobiografia”, disse sobre a publicação em entrevista ao ‘The Korea Times.’ “As pessoas estudam apenas para satisfazer os pais mas a verdade é que precisam de pensar seriamente porque o fazem.”

Dá concertos desde os 8 anos

Sujari Britt é um génio musical. Já estudou piano, guitarra e violino mas o violoncelo é a sua grande paixão. Com apenas quatro anos de idade começou a ter aulas e desde os oito que já dá concertos ao vivo.

“Comecei a aprender música clássica porque comecei no piano. Muitas das músicas que praticava eram clássicas. Depois passei para o violino e muitas das músicas também eram clássicas”, explica a jovem de 14 anos que há três anos teve o privilégio de tocar na Casa Branca perante o presidente Obama.

Atualmente é membro do trio 'JoSunJari’, composto pelos seus irmãos, e já está a compor alguns temas originais que juntam música clássica, jazz e ópera.

Nomeado para Nobel da Paz cinco vezes

Corria o ano de 1999 quando Gregory Smith, com apenas 10 anos, entrou pelos portões do Randolph-Macon College para frequentar o primeiro dia de faculdade. Apesar da tenra idade, Gregory revela que a integração foi bastante fácil e nunca o impediu de fazer novas amizades.

“Eu tinha muitos amigos na faculdade e saia com muitos dos meus colegas”, disse em entrevista ao programa ‘Oprah: Where Are They Now?’ “Eu também tinha muitos amigos da minha idade, e acho que isso foi muito importante.”

Um dos seus maiores feitos? Ter sido nomeado para o Nobel da Paz cinco vezes devido ao trabalho que tem desenvolvido através da International Youth Advocates, uma instituição de caridade que se dedica à defesa dos direitos das crianças.

Atulamente com 26 anos, Gregory faz investigação no Mount Sinai Medical Center revelando que um dos seus objetivos de vida passa por desenvolver novos tratamentos contra o cancro.

“Eu acho que durante a minha vida será possível desenvolver um tratamento que tenha efeito e ataque os diferentes tipos de cancro existentes. E isso é incrível”, revela.


DB. com Sapo